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É linda não é? Eu sei, ela também é, mas dessa vez me refiro a essa atmosfera, que apesar de parecer enorme, compreende apenas meu coração, e onde, apesar de falar “apenas”, é algo enorme, enfim, um paradoxo, mas que se resume a um coração que deixou de bater por sangue para bater por amor. Não que haja muita diferença, preciso dos dois pra viver.

É linda essa vontade de escrever, tentar falar a língua das emoções. Ainda arranho nesse idioma. Ensinaram-me uma frase bastante usada, logo muito confundida, mas que é a base desse idioma: “Eu te amo”. Não que tudo se resuma a isso, mas isso resume tudo. Tenho a impressão de que quanto mais escrevo, mais aumenta o que eu sinto. Sim, é como uma conversa, eu e meu coração, se eu sei me comunicar, assuntos não faltam.

É linda essa maneira de ver a vida, esquecer por um momento as dificuldades, as dúvidas e focar-se apenas nela, em mim, em nós. Frases clichês, como essa, passam a ser únicas. Momentos que se repetem todos os dias passam a ser fragmentos da eternidade. Palavras que simplesmente estão num dicionário, passam a ter mais significado do que o dicionário inteiro. Olhares que se desviam facilmente passam a ser um objetivo. Um sorriso, que pode vir com a mais simples piada, passa a ser amor. E um texto, que poderia ficar esquecido em um caderno velho, passa a ser uma relíquia, onde palavras num contexto falam mais do que sozinhas.

Ela é Linda, não há mais o que dizer. Há, mas deixo esse texto como um fragmento da eternidade do qual falei, onde textos se repetirão com certeza, mas únicos, uma inspiração diferente a cada olhar, cada sorriso, cada momento, onde olharei para toda essa história escrita pela vida, e direi: É linda.

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